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sábado, 30 de maio de 2020
ISOLAMENTO SOCIAL TAMBÉM É TEMPO DE EDUCAÇÃO ESPIRITUAL
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sábado, 23 de maio de 2020
INVESTIR NO CONHECIMENTO É ABRIR PORTAS PARA EVOLUÇÃO PESSOAL
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domingo, 17 de maio de 2020
ENSINAR E APRENDER EM TEMPOS DE PANDEMIA: REFLEXÕES SOBRE O ENSINO PRESENCIAL E ONLINE
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segunda-feira, 11 de maio de 2020
AVALIAÇÃO ESCOLAR EM TEMPOS DE PANDEMIA
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domingo, 10 de maio de 2020
PROFESSOR: REINVENTE-SE!
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domingo, 26 de abril de 2020
DA GESTÃO DA ESCOLA, PARA A GESTÃO ESCOLAR: QUESTÕES E CONFIGURAÇÕES QUE OS TEMPOS DE PANDEMIA CORONA VÍRUS EXIGEM
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segunda-feira, 6 de abril de 2020
O RETORNO ÀS COISAS MESMAS! COMO SERÁ A VIDA PÓS-CORONA?
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segunda-feira, 30 de março de 2020
A CULTURA E OS LIMITES HUMANOS
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domingo, 29 de setembro de 2019
NÃO PODE HAVER DOCÊNCIA, ONDE NÃO HÁ DECÊNCIA!
Não há possibilidade de ser docente, sem ser decente!
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário respeitar os saberes e as práticas do outro, sejam elas consensuais e coletivas ou reflexões individuais.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário também promover a autonomia do outro, independente de sua idade, cor, sexo, religião, classe social, condição social, etc.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário compreender a forma como o outro apreende a realidade, seja na dimensão particular ou coletiva.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário compreender que a educação só é emancipatória quando é dialógica por natureza; quando ao dialogar sobre e com a condição humana e social, surgem os estranhamentos da realidade, a crítica ao fetiche do consumismo, as formas ocultas de dominação, de opressão.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário vivenciar o diálogo como práxis, condenando a manipulação, a sloganização, a subordinação e a crueldade com que o sistema opressor capitalista promove uns poucos em detrimento de outros muitos.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário romper com qualquer situação de dependência paternalista, considerando que o bom “pai”, é aquele que ensina a caminhar e não aquele que carrega nos braços seu filho pela vida toda.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário compreender que, é no encontro amoroso dos homens, mediados pelo diálogo crítico, que os mesmos se humanizam, superando qualquer condição de objetificação da vida.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário ter uma visão política que considere, antes de tudo, o ser humano; em que a principal arma e a marcha, não seja bélica ou dos exércitos, mas o saber que promove a luta de homens e mulheres na condição de pais e mães, trabalhadores e trabalhadoras, que no cotidiano da vida, lutam no sustento de seus filhos.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário sê-lo em sua condição mais íntegra de ser humano, que reconhece sê-lo, assumindo a docência como lugar de transformação da sua vida, do outro, e de todos os que nela ensinam e aprendem.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário saber que, não há ninguém que não tenha ou possa ensinar e, não há aquele que não tenha o que aprender!
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