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domingo, 17 de maio de 2020
ENSINAR E APRENDER EM TEMPOS DE PANDEMIA: REFLEXÕES SOBRE O ENSINO PRESENCIAL E ONLINE
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segunda-feira, 11 de maio de 2020
AVALIAÇÃO ESCOLAR EM TEMPOS DE PANDEMIA
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domingo, 10 de maio de 2020
PROFESSOR: REINVENTE-SE!
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domingo, 26 de abril de 2020
DA GESTÃO DA ESCOLA, PARA A GESTÃO ESCOLAR: QUESTÕES E CONFIGURAÇÕES QUE OS TEMPOS DE PANDEMIA CORONA VÍRUS EXIGEM
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segunda-feira, 6 de abril de 2020
O RETORNO ÀS COISAS MESMAS! COMO SERÁ A VIDA PÓS-CORONA?
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segunda-feira, 30 de março de 2020
A CULTURA E OS LIMITES HUMANOS
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domingo, 29 de setembro de 2019
NÃO PODE HAVER DOCÊNCIA, ONDE NÃO HÁ DECÊNCIA!
Não há possibilidade de ser docente, sem ser decente!
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário respeitar os saberes e as práticas do outro, sejam elas consensuais e coletivas ou reflexões individuais.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário também promover a autonomia do outro, independente de sua idade, cor, sexo, religião, classe social, condição social, etc.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário compreender a forma como o outro apreende a realidade, seja na dimensão particular ou coletiva.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário compreender que a educação só é emancipatória quando é dialógica por natureza; quando ao dialogar sobre e com a condição humana e social, surgem os estranhamentos da realidade, a crítica ao fetiche do consumismo, as formas ocultas de dominação, de opressão.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário vivenciar o diálogo como práxis, condenando a manipulação, a sloganização, a subordinação e a crueldade com que o sistema opressor capitalista promove uns poucos em detrimento de outros muitos.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário romper com qualquer situação de dependência paternalista, considerando que o bom “pai”, é aquele que ensina a caminhar e não aquele que carrega nos braços seu filho pela vida toda.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário compreender que, é no encontro amoroso dos homens, mediados pelo diálogo crítico, que os mesmos se humanizam, superando qualquer condição de objetificação da vida.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário ter uma visão política que considere, antes de tudo, o ser humano; em que a principal arma e a marcha, não seja bélica ou dos exércitos, mas o saber que promove a luta de homens e mulheres na condição de pais e mães, trabalhadores e trabalhadoras, que no cotidiano da vida, lutam no sustento de seus filhos.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário sê-lo em sua condição mais íntegra de ser humano, que reconhece sê-lo, assumindo a docência como lugar de transformação da sua vida, do outro, e de todos os que nela ensinam e aprendem.
Para ser docente e manter a decência em sê-lo, é necessário saber que, não há ninguém que não tenha ou possa ensinar e, não há aquele que não tenha o que aprender!
((•)) Ouça este postsexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DIREITOS DAS CRIANÇAS
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domingo, 24 de junho de 2018
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Teoria Crítica de Currículo em Giroux como Enfrentamento do Espaço de Reprodução na Formação Continuada de Professores
O docente da SETREM, doutorando Rudinei
Barichello Augusti, teve artigo publicado na Revista Internacional de
Educação Superior (RIESup), da Unicamp, de Campinas – SP, através do
Grupo Internacional de Estudos e Pesquisa sobre Educação Superior
(GIEPES). A Revista é conceituada e na área de Educação tem Qualis B1. O
artigo de Augusti é intitulado "Teoria Crítica de Currículo em Giroux
como Enfrentamento do Espaço de Reprodução na Formação Continuada de
Professores”. A publicação está disponível na plataforma de hospedagem
de periódicos da instituição de São Paulo, no link http://ojs.fe.unicamp.brA Base Nacional Comum Curricular e a Superação de Conflitos em um Projeto Educativo
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Desafios para a Universidade no Século XXI: Um Olhar sobre a Educação Superior
Intitulado de "Desafios para a Universidade no Século XXI: Um Olhar sobre a Educação Superior", trabalho integra a 26ª edição da Revista UDZIWI. O docente da Educação Básica e do Ensino Superior da SETREM Rudinei B. Augusti teve artigo publicado na Revista de Educação da Universidade Pedagógica de Moçambique – África (Revista UDZIWI).
“No artigo busco discutir, de forma sistemática e com bibliografia atualizada, os desafios da Universidade na contemporaneidade, através dos eixos Ensino, Pesquisa e Extensão, a relação da Universidade com o Estado no quesito Qualidade do Ensino Superior, e os modelos de Gestão Universitária responsáveis pela organização e funcionamento, bem como o planejamento da docência, da pesquisa e da extensão universitária”, explica Rudinei B. Augusti
O trabalho intitulado "Desafios para a Universidade no Século XXI: Um Olhar sobre a Educação Superior" integra a 26ª edição da publicação, que é semestral e está disponível para consulta online através do endereço:
http://www.up.ac.mz/images/docs/revistas/Revista_UDZIWI_Final_26.pdf
Fica o convite para leitura!!!
((•)) Ouça este postquinta-feira, 28 de abril de 2016
O SABER CURRICULAR, O CONHECIMENTO ESCOLAR E O DISCURSO PEDAGÓGICO: ELEMENTOS DA MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA
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quinta-feira, 31 de março de 2016
O PAPEL DA FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE
O questionamento e a curiosidade são atributos humanos que proporcionam a reflexão. A universidade é, por excelência, o espaço da reflexão. O início do pensar filosoficamente se encontra no desacordo, não apenas com os outros, suas ideias, posicionamentos, mas também com o questionamento de si.
Ainda que se diga que a universidade nas configurações atuais está voltada à formação profissional, esse espaço é carente de belas e boas reflexões filosóficas. As ideias filosóficas são influenciadas pelo contexto social e cultural daquele que reflete e/ou da instituição que reflete. Os filósofos, assim como o público universitário, têm personalidades distintas. Acima de tudo, os pensadores têm o papel de estimular a dúvida metódica.
Nesse sentido é que se encontra o papel da Filosofia na Universidade: no estímulo ao pensamento crítico. Todo e qualquer componente dos Cursos de Ensino Superior é um espaço de construção de saber e de conhecimento e, isto só é possível graças às grandes questões que vão sendo colocadas e construídas em cada ciência.
Por mais breve que a formação profissional e acadêmica acaba sendo em virtude da mercantilização do saber, a principal implicância de todos os homens, ainda hoje, é a possibilidade do conhecimento. Destarte, não de qualquer conhecimento, mas sim, daquele que mobiliza pessoas e melhora a vida da sociedade.
É na universidade que os indivíduos se tornam sujeitos de seus próprios pensamentos, tornando-se autônomos em sua prática profissional. A revolução na vida do acadêmico acontece de maneira suave outras vezes, mais ríspidas. Importante é que os indivíduos sejam livres para pensar e agir; ou seja, sejam soberanos sobre suas próprias ações.
A Universidade também é espaço constituído do transcendente. É nela que a experiência humana vai além do mundo sensível. Nela estão incubados valores universais de influência duradoura, como a transmissão do saber historicamente acumulado, do necessário à ser investigado e do socialmente válido, a ser expandido,.
Assim, diante dos processos reflexivos e dos não-reflexivos, a filosofia aparece como a ciência que questiona a imobilidade, tanto dos saberes, quando do docente, discente, etc. Para fins de reflexão, a Filosofia na universidade possibilita o desenvolvimento do raciocínio lógico, o saber e reflexão histórica, bem como o discurso argumentativo.
Assim, o papel da Filosofia se impõe em uma universidade que seja um lugar de reflexão sob o que foi posto como sendo conhecimento prático e teórico. Ela colabora no sentido de desmascarar o discurso da manipulação, do adestramento e do absoluto, fazendo com que a verdade seja gestada na concretude e na lucidez do argumento.
A Filosofia na Universidade também se contrapõe ao pensamento instrumental, fragmentado, da competência especializada. Assume a busca de uma visão totalizante e não totalizadora, onde o combate à falsas crenças, a produção do sentimento de inferioridade e da imposição da normalidade não se justifiquem.
Concluindo, o papel da Filosofia é resgatar o humano, o plural, o sentido e a direção da diversidade. ((•)) Ouça este post
quinta-feira, 3 de março de 2016
A NECESSIDADE DE PROJETOS NA ESCOLA “ENSINAR É ESCOLHER”
Para o professor, ensinar não é uma tarefa fácil. Precisa escolher como ensinar. Ensinar é escolher. Escolher é tomar decisões. Algumas perguntas que são sempre importantes: Como vamos nos apresentar em sala de aula? Que conteúdos apresentar? Que material utilizar? Que ritmo seguir? Que atividades propor? Como avaliar tanto nossa atividade docente quanto o estudante? Existem muitas opções. Nenhuma delas é neutra, pois todas elas carregam em si a necessidade de representarem modelos educativos. Dependendo do tipo de aprendizagem que queremos, assim também nossos estudantes irão corresponder.
A prática educativa, na maioria das escolas, está dominada pelo fator tradição, ou seja, através de atividades transmissivas. A cultura dominante está presente na metodologia de ensino direto, ou seja, na transmissão direta de conteúdos. A cultura dominante, ou seja, a tradição da transmissão direta de conteúdos e saberes se dá através da apresentação, da prática e da prova. Esses três passos representam o aspecto tradicional da educação. Para melhor compreender, é necessário atentar para a apresentação do conteúdo à toda classe, logo o estudante pratica orientado pelo professor através de atividades orientadas e, finalmente, os estudantes se submetem à uma prova onde os mesmos devem reproduzir os conteúdos apresentados anteriormente pelo professor.
O efeito direto da transmissão de conhecimentos está em que produz uma aprendizagem memorística, que tem como característica a curta duração, reprodutivo e acrítica. Ainda, as contribuições do ensino para o desenvolvimento de competências pacificadoras é evidente.
Por último, a transmissão de conhecimentos pelo viés da aprendizagem por memorização não facilita a inclusão, e dificulta a promoção à diversidade, provocando problemas motivacionais e atitudinais em aula. Em resumo, o excesso de transmissão de conteúdos diretos, produz efeitos prejudiciais à saúde da aprendizagem.
Sem dúvida, entre muitas práticas docentes, encontramos maneiras distintas de efetivação da aprendizagem. Há assim, variadas maneiras de ensinar. Classifica-se como necessária a proposição de maneiras alternativas de ensinar. Ensinar por projetos é uma delas, na qual, o professor propõe aos estudantes uma pergunta (problema para pesquisa) o qual, o estudantes precisam resolver. A partir dessa metodologia, é necessário escolher entre o ensino tradicional (transmissão direta de conteúdos) e o ensino por projetos (ensino ativo). Na primeira, como já se disse, o aprendizado ocorre por memorização; enquanto que, na segunda, através de tarefas e projetos se aprende a fazer.
A pedagogia de projetos promovem ações como buscar, escolher/analisar, discutir, aplicar, errar, corrigir e simular. A metodologia de projetos para aprendizagem nos mostra assim, que aprender significa conjugar o verbo “fazer”.
A aprendizagem por projetos se demonstra assim, como aprendizagem ativa. A mesma está baseada na seguinte metodologia: aprender por projetos, tarefas, problemas, descoberta, desafios. Ademais dos conceitos, esta proposta marca três fases distintas da transmissão direta de conteúdos e saberes:
1) O conhecimento é o resultado de um processo de trabalho compartilhado: onde o docente elabora perguntas, propondo investigações. Dessas investigações são produzidas conclusões de onde se percebe um produto final tangível e de aprendizagem.
2) O papel do estudante está relacionado com processos de cognitivos de categorias superiores: conhecimento de problemas, compreensão e interpretação de dados, tratamento de informações ou revisão crítica são algumas etapas do processo cognitivo das categorias superiores.
3) A função principal do professor é criar situações de aprendizagem que permitem o desenvolvimento do projeto: para o desenvolvimento dessa proposta, implica uma série de adaptações no fazer pedagógico.
Obviamente, para buscar as premissas acima apresentadas, sugere-se manter um nível de qualidade, descritos como critérios de qualidade de um projeto de aprendizagem. Esses critérios vão definir a eficácia da proposta de um projeto de aprendizagem. A National Academy Foundation & Pearson Foundation, estabelecem seis critérios de qualidade em um projeto de aprendizagem:
1) Autenticidade;
2) Conexão com adultos;
3) Exploração ativa;
4) Aprendizagem aplicada;
5) Rigor acadêmico;
6) Práticas de avaliação de qualidade.
Mais recentemente, são propostos oito elementos para a elaboração de um bom projeto:
1) Finalidade e relevância na perspectiva da aprendizagem do estudante;
2) Tempo para aprender e trabalhar;
3) Complexidade e integração curricular;
4) Intensidade e dedicação ao projeto;
5) Conexão presencial e através da rede;
6) Acesso à uma ampla variedade de materiais;
7) Capacidade de ser compartilhado e sentido;
8) Novidade e originalidade.
Concluindo, diversas experiências em projetos de aprendizagem nos têm permitido gerar um cenário da valorização de projetos, considerando a preparação do projeto, sua análise, avaliação, revisão e divulgação.
Enfim, podemos dizer hoje que há diferentes maneiras de aprender: aprender a ser, aprender a se informar; realizar aprendizagem com significado. Todas essas formas estão compartilhadas com outras maneiras de aprender que estão em expansão. Para finalizar, afirmar novamente que há várias e diferentes maneiras de aprender. ((•)) Ouça este post








